Olá, hoje vou começar minha terceira aula de Astronomia:
Astronomia Árabe:
"Após o declínio da civilização greco-romana, o centro da investigação astronômica transferiu-se para Bagdá, onde a obra de Ptolomeu foi traduzida para o árabe. Pouco antes do ano mil d.C., o astrônomo árabe Al-Sufi produziu uma versão revista do catálogo de estrelas de Ptolomeu com o desenho de todas as constelações, o Livro das estrelas fixas. Amplamente copiado e reeditaso com várias ilustrações, tornou-se um dos mais populares livros árabes de astronomia. Entre os sécs. X e XIII, as obras gregas antigas foram reintroduzidas na Europa através da Espanha dominada pelos árabes."
O Renascimento da Astronomia Ocidental:
"A astronomia européia foi despertada de seu marasmo no séc. XVI pelo sacerdote e astrônomo polonês Nicolau Copérnico (1473-1543), que reviveu a teoria centrada no Sol, ou heliocêntrica, proposta pelo filósofo grego Aristarco de Samos no séc. III a.C. Tal arranjo explicava por que Mercúrio e Vênus nunca se descarregavam muito do Sol, pois tinham órbitas mais próximas dele que a Terra. Explicava também por que
Marte, Júpiter e Saturno pareciam por vezes, mais afastados dele por terem órbitas mais distantes dele do que a Terra.
Tycho Brahe (1546-1601), nobre dinamarquês, compreendeu a necessidade de nova se melhores observações contra as quais teorias do movimento planetário pudessem ser julgadas. De 1576 a 1580, construiu um observatório chamado Uraniborg na ilha de Hven, entre a Dinamarca e a Suécia, onde realizou uma série de observações dos movimento dos planetas. Tycho, que nunca aceitou a teoria heliocêntrica, desenvolveu uma engenhosa conciliação em que a Terra continuava estacionária no centro, a Lua e o Sol giravam à volta dela, e os planetas orbitavam o Sol em movimento.
Amanhã falo sobre as leis do movimento planetario, adeus seus leitores.
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